sexta-feira, 9 de novembro de 2012

8 Benefícios da Leitura







1. Vocabulário: a leitura nos permite enriquecer o nosso vocabulário, com a frequência da leitura tendemos a ter mais facilidade no uso das palavras, passamos a falar, e, naturalmente, a escrever melhor, podendo lançar mão de uma maior gama de recursos no momento em que estivermos conversando e/ou redigindo algum texto. Esse elemento se evidencia numa simples conversa. Pessoas que não possuem o hábito da leitura, quando conversam, tende, com mais frequência, a usar “muletas” no diálogo, tais como “né”, “tipo assim”, e outras mais, como essa pessoa tem pouca leitura, ela possui mais dificuldade na formulação de frases, lançando mão assim dessas “muletas”;
2. Conhecimento: a leitura exercita o cérebro e a capacidade de memorização, tanto mais leitura, tanto maior é a nossa capacidade de guardar informações, e, por extensão, mais fazemos uso desta capacidade de guardar informações. Aqui vale uma advertência: quando falamos em leitura, não estamos falando em qualquer leitura, antes disso, ela deve ser qualificada, naturalmente, quem lê apenas gibis, provavelmente não vai ter mais conhecimento do que qualquer outra pessoa que não lê gibis;
3. Entendimento: o costume da leitura nos permite entender as coisas com mais facilidades. Para tanto podemos dar uma pequena prova, pegue duas pessoas, uma que tem o costume da leitura e outra que não o tem, e dê-lhes um texto de filosofia e sendo de filosofia, naturalmente é um texto difícil, feito isso, peça que leiam e ao final da leitura, digam o que entenderam. Neste breve exercício, perceberemos que aquele que tem o hábito da leitura, talvez não entenda o texto em seu todo, mais irá falar sobre o texto com muito mais propriedade, já aquele que não tem o hábito da leitura, se posicionará de forma confusa e imprecisa;
4. Reflexivos: o hábito da leitura nos permite refletir melhor o texto, percebendo as variáveis interpretativas, não se perdendo em elementos secundários no texto, antes disso, atendo-se ao que é determinante;
5. Leitura dinâmica: quem lê, faz as sinapses e ligações dos acontecimentos de forma mais ágil. Se insistirmos com o exemplo do ponto dois perceberemos, o leitor não só terá mais propriedade e segurança no que diz, como também, irá dizer mais rapidamente, já o não-leitor, terá menos propriedade, menos segurança, e irá demorar muito mais tempo para fazer as sinapses e ligações no texto de filosofia;
6. Escrita: esse ponto é “mamão com açúcar”, se tem mais conhecimento, mais capacidade de reflexão e mais vocabulário, é dispensável dizer que tem mais facilidade com a escrita. Para tanto, basta dizer que a leitura e a escrita caminham juntas;
7. Informação: as pessoas que lêem possuem mais informações, mas não porque tem mais acesso a informações, porque isso, com o advento da internet, todos, em maior ou menor medida possuem, as pessoas que lêem possuem mais informações porque sabem filtrá-las melhor, porque distinguem com mais facilidade o que é importante do que é firula, o que é determinando do que é secundário e desnecessário;
8. Emoção: tem necessidade de falar sobre isso? Alguém duvida que a leitura nos permita momentos emocionantes? Mas façamos o exercício da dúvida, vamos partir do pressuposto que um cursista duvide que possa se emocionar ao ler um trecho de um livro. Para tanto, peço a sua contribuição e honestidade caro cursista, primeiro vamos ler esse breve trecho da obra Germinal do autor Émile Zola, onde Etienne, um mineiro e revolucionário socialista, resignado após o seu fracasso no comando da tentativa da revolução socialista decide ir embora, e pegando o seu rumo vai andando, lembrando-se dos seus companheiros, mas sem deixar de sonhar com a revolução que um dia rebentaria a terra:
E, sob seus pés, continuavam as batidas cavas, obstinadas, das picaretas. Todos os companheiros estavam lá no fundo; ouvia-os seguindo-o a cada passo. Não era a mulher de Maheu sob aquele canteiro de beterrabas, curvada, com uma respiração que chegava até ele tão rouca, fazendo acompanhamento ao ruído do ventilador? À esquerda, à direita, mais adiante, julgava reconhecer outros, sob os trigais, as cercas vivas, as árvores novas. Agora, em pleno céu, o sol de abril brilhava em toda a sua glória, aquecendo a terra que germinava. Do flanco nutrido brotava a vida, os rebentos desabrochavam em folhas verdes, os campos estremeciam com o brotar da relva. Por todos os lados as sementes cresciam, alongavam-se furavam a planície, em seu caminho para o calor e a luz. Um transbordamento de seiva escorria sussurrante, o ruído dos germes expandia-se num grande beijo. E ainda, cada vez mais distintamente como se estivessem mais próximos da superfície, os companheiros cavavam. Sob os raios chamejantes do astro rei, naquela manhã de juventude, era daquele rumor que o campo estava cheio. Homens brotavam, um exército negro, vingador, que germinava lentamente nos sulcos da terra, crescendo para as colheitas do século futuro, cuja germinação não tardaria em fazer rebentar a terra. (pág. 421, Germinal de Émile Zola)
Essa passagem certamente inspira sonhos e ideais, inspira a crença de uma revolução que arrebataria toda a exploração no mundo em uma só noite, e ao amanhecer, estariam todos os homens livres, preparados para edificar uma nova sociedade, onde criança alguma conheceria em vida a fome, a miséria e o trabalho infantil. Quem não se comoveria com tal ideal? Como diria meu grande amigo Abelardo Xisto: “Quem nunca foi socialista e sonhou com o fim da miséria entre os homens aos 20 anos é porque não tem coração”.

Fonte: http://www.livrosepessoas.com

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Divulgação de livro

QUALIDADE DA INTERAÇÃO DE SISTEMAS E NOVAS ABORDAGENS PARA A AVALIAÇÃO.

 
 
Este livro apresenta o tema Qualidade da Interação abordando duas dimensões:
 ·         A dimensão sociotécnica, que se refere à relação entre o sistema a ser avaliado e a sociedade que o utiliza. Avaliar o sistema sob essa dimensão compreende analisar, dentre outras coisas, como a tecnologia chega à sociedade. A avaliação se baseia na consideração de conceitos, processos e técnicas nas quatro categorias de qualidade (qualidade em uso, qualidade do produto, qualidade do processo e capacidade organizacional) para investigar certas questões e fundamentada no atendimento aos objetos de avaliação, que podem ser heurísticas, normas ISO, modelos de certificação, etc.
·       A dimensão composicional, que se refere à relação entre o produto (ou um produto de trabalho) sendo avaliado e o sistema final desejado.  Avaliar sob essa dimensão envolve a realização de atividades de Verificação e Validação (V&V) dos principais componentes: Necessidades do usuário, Requisitos e Soluções de Projeto, Produtos e Sistema.

Biblioteca do Monastério de Melk (Melk Monastery Library, Melk, Austria)



A Abadia de Melk, ou Convento Melk, é uma das mais célebres entre as escolas monásticas.

Foi fundada em 1089 quando Leopoldo II, Margrave* da Áustria, família que dominava aquela região até a ascensão dos Habsburgos, doou um de seus castelos aos monges beneditinos da Abadia de Lambach.

No século XII os monges criaram ali uma escola e a partir desse momento a biblioteca ficou muito conhecida pela sua imensa coleção de manuscritos. Ali foram copiados centenas de manuscritos com iluminuras preciosas.

Esse Convento é um lugar impressionante. Tudo começa no Hall de entrada todo em mármore.
As paredes , esquadrias e piso foram feitos em mármore da província de Salzburg.

O seu teto é um espetáculo a parte, temos Palas Atena ( a deusa da guerra, da civilização, da sabedoria, da estratégia, das artes, da justiça e da habilidade)
em uma biga puxada por dois leões, simbolizando a sabedoria e a moderação, que tem a ajuda de Hércules, que está à sua esquerda, para derrotar o cérebro das três cabeças: o inferno, a noite e o pecado.
Esse teto foi pintado pelo artista Gaetano Fanti (1687/1759)

E depois de tudo isso ainda temos o seu acervo de livros históricos..imagine a cena: livros até o teto com encadernações deslumbrantes.
Tiveram o cuidado até nos detalhes, toda a decoração da biblioteca acompanha os tons dourados do couro trabalhado em ouro. É de se perder a fala...

Ao todo são doze salas que guardam cerca de 1888 manuscritos, 750 incunabula, 1700 livros do século XVI, 4500 do século XVII e 18000 do século XVIII. Juntando com os livros modernos, são cerca de 100.000 volumes. No salão principal (abaixo), estão aproximadamente 16000 livros.

Aliás aqui cabe um último adendo, toda essa beleza e sua renomada fama como um centro de conhecimento foram homenageados por Umberto Eco em sua obra “O Nome da Rosa”. A um de seus personagens, na realidade o narrador da história, ele deu o nome de Adso de Melk, como um tributo à abadia e à sua impressionante biblioteca.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Seleção de Bolsistas de Iniciação Científica (até 09/Nov e Novos Critérios)

Prazo de submissão estendido.

Para alunos de ES, o novo critério mínimo é a disciplina de "Introdução a Processos e Requisitos de Software."

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Projeto: Avaliação de Métodos e Técnicas para Desenvolvimento Móvel Utilizando Estudos Experimentais

Profa. Carla Ilane Moreira Bezerra, Prof. Cam
ilo Camilo Almendra

Vagas
02 bolsas de iniciação científica no valor de R$ 400,00.
Duração de 06 meses, com possibilidade de renovação.

Pré-requisitos
Estar regularmente matriculado em Sistemas de Informação ou Engenharia de Software;
Aprovação nas disciplinas de “Engenharia de Software” (SI) ou “Processo de Software” (ES).

Inscrição e Prazos
Enviar cópia do histórico escolar e currículo para os e-mails carlailane@ufc.br e camilo.almendra@ufc.br
Prazo: inscrições até o dia 09 de Novembro de 2012.