quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Divulgação de livro

QUALIDADE DA INTERAÇÃO DE SISTEMAS E NOVAS ABORDAGENS PARA A AVALIAÇÃO.

 
 
Este livro apresenta o tema Qualidade da Interação abordando duas dimensões:
 ·         A dimensão sociotécnica, que se refere à relação entre o sistema a ser avaliado e a sociedade que o utiliza. Avaliar o sistema sob essa dimensão compreende analisar, dentre outras coisas, como a tecnologia chega à sociedade. A avaliação se baseia na consideração de conceitos, processos e técnicas nas quatro categorias de qualidade (qualidade em uso, qualidade do produto, qualidade do processo e capacidade organizacional) para investigar certas questões e fundamentada no atendimento aos objetos de avaliação, que podem ser heurísticas, normas ISO, modelos de certificação, etc.
·       A dimensão composicional, que se refere à relação entre o produto (ou um produto de trabalho) sendo avaliado e o sistema final desejado.  Avaliar sob essa dimensão envolve a realização de atividades de Verificação e Validação (V&V) dos principais componentes: Necessidades do usuário, Requisitos e Soluções de Projeto, Produtos e Sistema.

Biblioteca do Monastério de Melk (Melk Monastery Library, Melk, Austria)



A Abadia de Melk, ou Convento Melk, é uma das mais célebres entre as escolas monásticas.

Foi fundada em 1089 quando Leopoldo II, Margrave* da Áustria, família que dominava aquela região até a ascensão dos Habsburgos, doou um de seus castelos aos monges beneditinos da Abadia de Lambach.

No século XII os monges criaram ali uma escola e a partir desse momento a biblioteca ficou muito conhecida pela sua imensa coleção de manuscritos. Ali foram copiados centenas de manuscritos com iluminuras preciosas.

Esse Convento é um lugar impressionante. Tudo começa no Hall de entrada todo em mármore.
As paredes , esquadrias e piso foram feitos em mármore da província de Salzburg.

O seu teto é um espetáculo a parte, temos Palas Atena ( a deusa da guerra, da civilização, da sabedoria, da estratégia, das artes, da justiça e da habilidade)
em uma biga puxada por dois leões, simbolizando a sabedoria e a moderação, que tem a ajuda de Hércules, que está à sua esquerda, para derrotar o cérebro das três cabeças: o inferno, a noite e o pecado.
Esse teto foi pintado pelo artista Gaetano Fanti (1687/1759)

E depois de tudo isso ainda temos o seu acervo de livros históricos..imagine a cena: livros até o teto com encadernações deslumbrantes.
Tiveram o cuidado até nos detalhes, toda a decoração da biblioteca acompanha os tons dourados do couro trabalhado em ouro. É de se perder a fala...

Ao todo são doze salas que guardam cerca de 1888 manuscritos, 750 incunabula, 1700 livros do século XVI, 4500 do século XVII e 18000 do século XVIII. Juntando com os livros modernos, são cerca de 100.000 volumes. No salão principal (abaixo), estão aproximadamente 16000 livros.

Aliás aqui cabe um último adendo, toda essa beleza e sua renomada fama como um centro de conhecimento foram homenageados por Umberto Eco em sua obra “O Nome da Rosa”. A um de seus personagens, na realidade o narrador da história, ele deu o nome de Adso de Melk, como um tributo à abadia e à sua impressionante biblioteca.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Seleção de Bolsistas de Iniciação Científica (até 09/Nov e Novos Critérios)

Prazo de submissão estendido.

Para alunos de ES, o novo critério mínimo é a disciplina de "Introdução a Processos e Requisitos de Software."

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Projeto: Avaliação de Métodos e Técnicas para Desenvolvimento Móvel Utilizando Estudos Experimentais

Profa. Carla Ilane Moreira Bezerra, Prof. Cam
ilo Camilo Almendra

Vagas
02 bolsas de iniciação científica no valor de R$ 400,00.
Duração de 06 meses, com possibilidade de renovação.

Pré-requisitos
Estar regularmente matriculado em Sistemas de Informação ou Engenharia de Software;
Aprovação nas disciplinas de “Engenharia de Software” (SI) ou “Processo de Software” (ES).

Inscrição e Prazos
Enviar cópia do histórico escolar e currículo para os e-mails carlailane@ufc.br e camilo.almendra@ufc.br
Prazo: inscrições até o dia 09 de Novembro de 2012.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

DIA NACIONAL DO LIVRO



No dia 29 de outubro comemora-se nacionalmente o dia do livro.Essa data foi escolhida para homenagear a fundação da Biblioteca Nacional, que foi criada em 1810.
(Mas um pouco antes disso, se iniciou o movimento editorial no Brasil, em 1808, quando D.João VI criou a Imprensa Régia. O nosso primeiro livro publicado foi "Marília de Dirceu", de Tomás Antônio Gonzaga, mas nessa época, a imprensa sofria a censura do Imperador. Só na década de 1930 houve um crescimento editorial, após a fundação da Companhia Editora Nacional pelo escritor Monteiro Lobato, em outubro de 1925). Todavia, será que alguém já se perguntou qual a origem dos livros?

Para quem hoje se vislumbra com a p
raticidade oferecida pelos e-books, nem chega a imaginar o longo caminho percorrido pelos livros na História. Companheiro da escrita, os livros tiveram grande importância para a realização de registros históricos, a compilação de leis e a divulgação de ideias. Atualmente, a produção de livros chegou a tal ponto que, por exemplo, o século XX foi responsável por uma literatura histórica superior a de todos os outros séculos somados juntos!

No Egito Antigo, o ancestral dos livros foi concebido através do papiro. Transformada em atividade importante, a escrita no papiro era exclusivamente executada por uma classe de escribas responsáveis pela leitura e fabricação dos textos oficiais e religiosos. Pesquisadores apontam que as peças de papiro mais antigas já encontradas foram concebidas há três mil anos antes de Cristo. Para se organizar esses documentos, as folhas de papiro eram pregadas umas às outras formando um único rolo.

Por volta do século X a. C., a organização dos documentos escritos ganharam maior funcionalidade com a invenção dos pergaminhos. Apesar de não terem a mesma praticidade dos encadernados, essa base material foi de suma importância para a preservação de importantes textos da Antiguidade, como a Bíblia Sagrada e os escritos de alguns pensadores do mundo clássico. Vale a pena frisar que a qualidade e a resistência dos pergaminhos era superior à do papiro.

A concepção do livro encadernado já era tentada nessa época. Para tanto, pegavam os pergaminhos disponíveis e realizava-se a organização de cada uma das supostas páginas. Conhecidos como codex (códice, em português) essas primeiras edições facilitaram a locomoção e manuseio dos textos escritos. Já nos fins da Antiguidade, por volta de 404, São Jerônimo registrou uma extensa teoria sobre as formas pelas quais seria possível produzir um livro.

No período medieval, o acesso ao mundo letrado ficou praticamente restrito aos clérigos. Boa parte dos livros ficava enclausurada sob a proteção dos mosteiros e tinham sua sabedoria conservada pelo demorado trabalho de monges copistas. Nesse aspecto, é importante ressaltar que a Igreja teve um papel fundamental para que vários textos da cultura grega e romana fossem conservados. Em tal época, era comum que as chamadas iluminuras decorassem o rodapé e os parágrafos dos livros com belas imagens.

Em 1454, o processo de fabricação e divulgação dos livros sofreu um salto qualitativo gigantesco com a invenção da prensa. Desenvolvida por Johannes Gutenberg, essa máquina permitia que o processo de fabricação dos livros fosse dinamizado. Apesar da importância do feito, observamos que na Idade Moderna a leitura e a escrita ainda se conservavam atreladas aos privilégios desfrutados pelas elites. Ler e escrever eram prazeres ainda destinados aos nobres e burgueses enriquecidos.

O século XIX, como filho das inovações tecnológicas, marcou uma época de grandes produções. Vale frisar que o processo de liberalização dos Estados Nacionais teve grande influência na disseminação do ensino público e no consequente incremento do número de leitores. Com o barateamento dos custos de produção, a leitura passou a atingir grandes parcelas da população. A partir de então nasceram os famosos e ainda bastante procurados “best-sellers”.